Celebrações do 12 de outubro: Os Raelianos protestam

    Celebrações do 12 de outubro:
    Os Raelianos protestam em frente de Monumentos a Colombo e diante das Embaixadas de Espanha

  • Enquanto que alguns países das Américas estarão celebrando o Dia da Raça, da Hispanidade ou de Colombo, os Raelianos protestarão em frente das estátuas de Cristóvão Colombo e das embaixadas de Espanha como apoio aos Nativos Americanos que foram massacrados, advogando também, deste modo, a favor de uma verdadeira descolonização.

  • Numa entrevista recente acerca do que seria uma autêntica descolonização da América Latina, Rael, o líder espiritual do Movimento Raeliano, explicou que a celebração do Dia de Colombo, Dia da Raça ou da Hispanidade constitui um insulto às vítimas dos múltiplos genocídios que tiveram lugar neste continente. “É uma vergonha que se celebre desta forma gloriosa o 12 de outubro, já que se trata, nem mais nem menos, da celebração do extermínio de 100 milhões de nativos americanos. Continuamos de luto com o genocídio de 6 milhões de judeus europeus, enquanto que a mortandade de 100 milhões de nativos americanos é motivo de celebração. Não será isso algo profundamente abjeto? Em lugar de celebrações, é necessário que se reflita sobre a história da destruição dos povos nativos, as violações, os saques.”

  • “A crescente tendência em negar-se a celebrar o 12 de outubro por parte de certos países e inclusive alguns estados ou municípios norte americanos é fantástica, mas não é suficiente” declara Rael. “Chegou a hora de lançar uma ampla campanha de descristianização que promova a apostasia das populações indígenas que ofendem os seus antepassados ao praticarem a religião dos seus colonizadores. A isso se acrescenta a des-europeização, ou seja, a rejeição do que provêm dos europeus [e dos seus descendentes estadunidenses], como por exemplo o seu vestuário e nomes […]”

  • Una verdadera descolonización del continente latino-americano incluye una des-colonización religiosa, explicó Raël. “Antes de la colonización no había cristianos en Sudamérica ni en África, donde se practicaban encantadoras religiones ligadas a la naturaleza y que respetaban el medio ambiente. Estas fueron arrasadas por esta religión sangrienta, la religión cristiana y particularmente la Católica, que, por lo visto, contribuyó al esclavismo de los autóctonos. ¡Es terrible que esto siga!”

  • “Uma verdadeira descolonização do continente latino-americano inclui uma descolonização religiosa”, explicou Rael. “Antes da colonização não havia cristãos na América do Sul nem em África, onde se praticavam religiões encantadoras ligadas à natureza e que respeitavam o meio ambiente. Estas foram arrasadas por esta religião sangrenta, a religião cristã e em particular a Católica, que, pelos vistos, contribuiu à escravatura dos autóctones. É terrível que isto continue!”

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